Edip – Projetos

Ações de Extensão em Foco

Conheça Nossas Iniciativas e Projetos

O Espaço de Diálogo sobre Interfaces da Psicologia (EDIP) atua como um polo integrador para diversas ações que conectam o saber acadêmico às demandas reais da sociedade. Nossas frentes de trabalho são desenvolvidas de forma colaborativa e interdisciplinar, orientadas para a promoção da saúde mental, da cidadania, da inclusão e da transformação no território.

Convidamos você a explorar abaixo cada um dos projetos apoiados e orientados pelo EDIP. Clique nos painéis para expandir e descobrir seus propósitos, as atividades práticas realizadas e os materiais informativos produzidos por nossas equipes.

Projeto Horizonte ▼ Clique para expandir
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O que é o Projeto Horizonte?

Esta é uma ação piloto voltada a crianças e adolescentes com Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD), com o objetivo de compreender e potencializar suas capacidades tanto no contexto escolar quanto na vida, ampliando, assim, o seu próprio horizonte.

Unindo o rigor da pesquisa acadêmica ao entusiasmo das oficinas mão na massa, o projeto reafirma o compromisso com uma educação que enxerga, valoriza e coloca em prática a singularidade de cada estudante.

Notícias do Projeto

Ciência na Prática e o Enriquecimento Curricular na Conexão entre a Mata e o Mar

A educação para alunos com Altas Habilidades ou Superdotação (AH/SD) exige estratégias que transcendam a sala de aula convencional, estimulando o pensamento complexo e a investigação científica in loco. Alinhado a essa premissa, o Projeto Horizonte, vinculado ao EDIP da UFPR Setor Litoral, promoveu imersão teórica e prática com os estudantes da rede municipal. A jornada teve início na praia de Matinhos com o estudo do ecossistema marinho, expandindo-se em direção à Mata Atlântica.

Essa etapa culminou em uma aula de campo no Parque Estadual do Rio da Onça, encerrando o Módulo I – Ciências e Natureza com métodos de observação direta e testagem de hipóteses no ambiente natural.

📸 Fotos da atividade:
Aula de campo 1 Aula de campo 2 Aula de campo 3 Aula de campo 4 Aula de campo 5
📄 Cartaz: Participe do Projeto Horizonte.pdf Visualização

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Projeto Gota por Gota ▼ Clique para expandir
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O que é o Gota por Gota?

O projeto de extensão Gota por Gota é uma iniciativa voltada à promoção da dignidade, da cidadania e do acesso à informação para a comunidade LGBTQIAPN+. Desenvolvido na UFPR Setor Litoral, atua no enfrentamento de desigualdades que afetam pessoas dissidentes de gênero e sexualidade.

Financiado pela Fundação Araucária, produz materiais educativos como a cartilha sobre retificação de certidão de nascimento de pessoas trans diretamente em cartório, aproximando conhecimento científico e jurídico da sociedade.

Materiais Produzidos e Atividades

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PROJETO GOTA POR GOTA

Cartilha Informativa: Retificação de Nome e Gênero

O Projeto Gota por Gota lançou uma cartilha informativa voltada à população trans, travesti e não-binária com orientações sobre a retificação de nome e gênero.

Desde 2018, pessoas trans podem alterar prenome e marcador de gênero diretamente em cartório, sem a necessidade de laudos médicos ou autorização judicial (ADI nº 4275/STF).

Produzida com financiamento da Fundação Araucária, a iniciativa reforça o compromisso da universidade pública com a promoção da cidadania.

Projeto Pesquisa sem Neurose▼ Clique para expandir
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Sobre o projeto
Pesquisar para o TCC não é mais achar o livro certo na estante, é saber navegar num oceano digital. O acesso livre à informação e a chegada da Inteligência Artificial não resolveram isso sozinhos: criaram barreiras invisíveis e escancararam uma exclusão digital e geracional dentro do próprio campus.
Em vez de tratar a diferença de idade como problema, esta oficina, inspirada em Paulo Freire, transforma isso em potência: a agilidade técnica da Geração Z vira andaime para o adulto sênior, enquanto a maturidade e o olhar crítico do público 50+ ajudam a filtrar e auditar as respostas da máquina. Uma troca genuína, em que cada geração sustenta a autonomia da outra.
Objetivo: capacitar estudantes, pesquisadores em formação e a comunidade externa para usar técnicas de escrita, ferramentas digitais e Inteligência Artificial, de forma crítica, ética e eficiente, no planejamento e desenvolvimento de TCCs e pesquisas científicas.
Para quem foi: Uma oficina pensada para o encontro de gerações
01
Graduandos em TCC
Geração Z em fase de elaboração do TCC ou envolvida em Iniciação Científica, transformando letramento digital em rigor metodológico.
02
Público 50+
Alunos sêniores que voltaram à universidade e pessoas engajadas na aprendizagem ao longo da vida, superando a ansiedade informacional.
03
Comunidade externa
Interessados no letramento informacional aberto, sem vínculo formal com a universidade.
O que rolou: 5 módulos, da teoria à prática
Módulo 1
Panorama & inclusão digital
Da escassez à sobrecarga informacional; Competência Informacional (ACRL); diálogo intergeracional.
Módulo 2
Busca eficiente de artigos
Google Scholar, lógica booleana, Scielo x Scopus/Web of Science, Portal CAPES.
Módulo 3
Gerenciadores de referências
Mendeley e Zotero — instalação, plugins e automação de citação em ABNT.
Módulo 4
IA para pesquisa, com ética
ChatGPT, Gemini e Claude; alucinações de dado; engenharia de prompt acadêmico; NotebookLM.
Módulo 5
Prática no TCC & integridade
Diretrizes da UNESCO, transparência metodológica e a oficina “mão na massa”.
Atividade Prática
O diálogo com os autores via NotebookLM
Os estudantes colocaram a mão na massa e, aplicando os conhecimentos do minicurso, realizaram pesquisas precisas em bases de dados utilizando a lógica booleana. Em seguida, organizaram todo o material com gerenciadores de referências, guiando a estruturação de seus próprios fichamentos analíticos sistemáticos.
Com as fontes organizadas, eles utilizaram ferramentas de inteligência artificial, como o NotebookLM, para destravar definitivamente suas pesquisas e TCCs. Tratando a IA como uma copiloto, os alunos focaram no pensamento crítico, garantindo que as sínteses e ideias continuassem rigorosamente ancoradas na literatura real.
“Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.” — Paulo Freire
Data
18 de agosto
Carga
4 horas
Modo
Presencial
Status
24 vagas (Lotadas)
Dominar essas ferramentas não pode ser privilégio de poucos. Ocorreu uma formação gratuita e aberta a estudantes, pesquisadores e à comunidade.
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Projeto Conexões Atípicas▼ Clique para expandir

O que é o Projeto Conexões Atípicas?

“Ninguém precisa carregar a atipicidade em isolamento.”

O Projeto Conexões Atípicas nasce como um espaço de acolhimento, escuta e diálogo, dedicado ao compartilhamento de experiências e à construção de redes de apoio. Fundamentado na Abordagem Centrada na Pessoa (ACP), não busca oferecer respostas prontas ou orientações prescritivas, mas promover um ambiente seguro e respeitoso, no qual cada participante possa expressar suas vivências, sentimentos e perspectivas.

O grupo é aberto a todas as pessoas que desejem refletir e dialogar sobre a temática da neurodiversidade e das diferentes formas de ser e estar no mundo, a partir de seu próprio lugar de fala, incluindo pessoas atípicas, familiares, cuidadores, integrantes da rede de apoio, estudantes, pesquisadores, profissionais e demais interessados.

Nosso compromisso é favorecer o bem-estar, fortalecer vínculos, ampliar o apoio mútuo e valorizar a singularidade de cada trajetória, reconhecendo os desafios, as potencialidades e a riqueza das múltiplas formas de existência.

Projeto Saúde das Mulheres & Futsal▼ Clique para expandir
Logo Saúde das Mulheres

O que é o projeto Saúde das Mulheres?

“O projeto busca compreender, a partir das vivências das participantes, o que significa ser mulher na contemporaneidade e como esse lugar social está atravessado por múltiplas formas de sobrecarga.”

O projeto de extensão Saúde Mental das Mulheres tem como objetivo promover espaços de escuta, acolhimento e reflexão sobre as questões que atravessam a vida psíquica das mulheres. Partindo da compreensão de que fatores sociais, culturais e históricos influenciam diretamente o sofrimento psíquico, o projeto busca articular ações de cuidado, informação e diálogo entre universidade e comunidade.

Além de beneficiar diretamente as participantes, o projeto também contribui para a formação acadêmica dos estudantes envolvidos, que têm a oportunidade de desenvolver práticas de escuta qualificada, reflexão crítica e intervenção comunitária. Dessa forma, a extensão universitária cumpre seu papel de aproximar o conhecimento produzido na universidade das demandas reais da população.

Ao valorizar a palavra, o acolhimento e o compartilhamento de experiências, o projeto Saúde Mental das Mulheres reafirma a importância de políticas e práticas que promovam o cuidado psicológico, a autonomia e o bem-estar das mulheres em diferentes contextos sociais.

Logo Futsal Feminino Pesquisa & Identidade Territorial

Futsal Feminino em Matinhos

O projeto explorou também como a prática do futsal feminino produz experiências psicossociais relacionadas ao pertencimento territorial, à identidade feminina e à construção de vínculos comunitários em Matinhos-PR. A partir da interface entre Educação Física e Psicologia, busca compreender de que forma o esporte atua como espaço de convivência, apoio social, fortalecimento da autoestima e participação comunitária.

Mais do que uma atividade física, o futsal é analisado como prática social capaz de gerar sentimentos de pertencimento, redes de solidariedade e processos de identificação coletiva entre mulheres. Por meio de uma abordagem qualitativa, a pesquisa pretende compreender os significados atribuídos pelas praticantes à modalidade e suas repercussões para o bem-estar, a saúde mental e a relação com o território.

O estudo contribui para ampliar o diálogo entre esporte, subjetividade, comunidade e desenvolvimento humano, fortalecendo a proposta interdisciplinar do projeto EDIP.

Projeto Etarismo na Universidade▼ Clique para expandir
Logo Etarismo na Universidade Combate ao Preconceito

O que é o Projeto Etarismo na Universidade?

O projeto de extensão Etarismo na Universidade tem como objetivo promover a reflexão crítica sobre as formas de discriminação baseadas na idade e incentivar a construção de ambientes acadêmicos mais inclusivos e intergeracionais. O etarismo, também conhecido como preconceito etário ou gerofobia, manifesta-se por meio de estereótipos, exclusões e desigualdades dirigidas tanto a pessoas idosas quanto a pessoas mais jovens. No contexto universitário, esse fenômeno pode aparecer em práticas institucionais, relações de trabalho, oportunidades de formação e percepções sociais sobre capacidade, produtividade e aprendizagem.

A iniciativa busca aproximar universidade e comunidade por meio de atividades educativas. Essas ações têm como finalidade sensibilizar estudantes, docentes, técnicos e a população em geral sobre os impactos sociais e psicológicos do etarismo. Além disso, o projeto incentiva o diálogo entre diferentes gerações, valorizando experiências, conhecimentos e trajetórias de vida diversas.

Assim, o projeto Etarismo na Universidade fortalece o compromisso social da universidade pública ao promover respeito, inclusão e reconhecimento da diversidade de idades na vida acadêmica e social.

Alguns dos materiais produzidos

Material impresso 1
Material impresso 2
Material impresso 3

Rua Governador Pedro Viriato Parigot de Souza, 512
Caiobá - Matinhos, Paraná | CEP 83.260-000